quarta-feira, 2 de dezembro de 2009


Actividade para a turma B - 9º ano.

A Revolução Republicana de 5 de Outubro de 1910 derrubou o longo regime monárquico, que já tinha entrado em decadência e deu início ao período da 1ª República.

Para a aula de dia 10 de Dezembro ( 45m ) proponho-vos o seguinte trabalho:
1º- Formem grupos de três elementos;
- Cada grupo deverá elaborar uma pequena biografia de uma destacada figura histórica da 1ª República.
Em baixo segue uma lista com as personalidades da 1ª República (escolhe só uma) e os sites que deves consultar.
Antes de a aula terminar coloquem aqui, como comentário, o vosso trabalho com a identificação dos três elementos que constituem o grupo.

Lista de figuras históricas da 1ª República:
- Afonso Costa
http://www.arqnet.pt/dicionario/costaafonso.html
http://www.rtp.pt/gdesport/?article=65&visual=3&topic=20
- António José de Almeida
http://www.leme.pt/biografias/portugal/presidentes/almeida.html
http://www.vidaslusofonas.pt/antonio_jose_de_almeida.htm
- Bernardino Machado
http://www.bernardinomachado.org/
http://www.fmsoares.pt/aeb/CronoXX/popup_biografias_id.asp?registo=14
- Manuel de Arriaga
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_de_Arriaga
http://www.presidencia.pt/?idc=13&idi=38
- Teófilo Braga
http://www.centenariorepublica.pt/escolas/personalidade-republica/joaquim-fernandes-te%C3%B3filo-braga
http://pt.shvoong.com/books/biography/1709921-te%C3%B3filo-braga/



BOM TRABALHO

5 comentários:

  1. Bernardino Machado


    Bernardino Luís Machado Guimarães, nasceu no rio de Janeiro a 28 de Março de 1851., filho de António Luís Machado Guimarães e de Prazeres de Sousa Ribeiro Guimarães.
    Em 1874 é iniciado na Maçonaria, chegando a Presidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente Lusitano Unido e Grão-Mestre de 1895 a 1899.
    Em 1890 é eleito, pela Universidade de Coimbra, Par do Reino, em 1892 é nomeado vogal do Conselho Superior de Instrução Pública e em 1893 escolhido para a pasta das Obras Públicas do governo Hintze Ribeiro, com uma profícua actuação.
    Foi o candidato à Presidência da República, com o apoio do grupo de Afonso Costa, não tendo sido eleito. Foi deputado às Constituintes de 1911, senador, Ministro do Interior e Presidente do Ministério (1914), regressando do cargo de Ministro de Portugal (mais tarde embaixador) no Rio de Janeiro para organizar governo.
    Bernardino Machado foi por duas vezes Presidente da República, sem nunca terminar o seu mandato, da primeira vez interrompido pelo golpe sidonista, em 1917 e da outra pelo 28 de Maio de 1926. Foi Presidente do Ministério em 1921, num breve governo. Exilado em Paris, é um dos fundadores e presidente da Liga de Defesa da República, publicando dezenas de manifestos contra a ditadura, continuando até ao fim da vida a lutar contra a ditadura militar e o Estado Novo. Regressado a Portugal na sequência da queda da França, em 1940, com 89 anos, é-lhe fixada residência em Vila Nova de Famalicão.
    Morreu no Porto a 29 de Abril de 1944.

    Alexandra nº1; Beatriz nº4; Marta nº11

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  2. António José de Almeida

    Político Português. Forma-se em Medicina e exerce clínica, entre 1895 e 1904, em São Tomé e em Lisboa. Na juventude adere aos ideais republicanos, participa activamente na propaganda política, e destaca-se pelos seus dotes de tribuno. Em 1906 é eleito deputado pelo círculo de Lisboa. Em 1907 ingressa na Maçonaria. Com a sua intensa actividade, contribui para a queda do regime monárquico em 5 de Outubro de 1910. Ministro do Interior no governo provisório, está na base de importantes reformas do ensino, nomeadamente do ensino superior quando cria as Universidades de Lisboa e do Porto. Líder do Partido Evolucionista, preside ao governo chamado da «União Sagrada». Funda e dirige o diário A República. Em 1919 é eleito presidente da República. É o único presidente da Primeira República que cumpre integralmente o mandato, que termina em 1923. Faleceu a 31 de Outubro de 1929.


    Trabalho realizado por:
    Raquel Cabo, nº14
    Ricardo Mariz, nº15
    Rogério Campos, nº16

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  3. Joaquim Fernandes Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, nos Açores, a 24 de Fevereiro de 1843.
    Tirou o Curso de Direito na Universidade de Coimbra onde foi contemporâneo do poeta Antero de Quental. Doutorou-se em 1868, e publicou estudos sobre literatura como a História da Poesia Popular Portuguesa, o Romanceiro Geral. Em 1872 tornou-se catedrático de Literaturas Modernas.
    A par da actividade de professor e investigador, tornou-se um destacado militante do Partido Republicano Português. Participou na organização do Tricentenário de Camões em 1880, que foi afinal a primeira grande manifestação pública de republicanismo. No mesmo ano, publicou a História das Ideias Republicanas em Portugal. As suas obras e a sua acção política tornaram-no alvo de perseguições, mas apesar disso manteve-se sempre firme na defesa dos seus ideais.
    Ainda durante a monarquia assumiu os cargos de Vereador da Câmara Municipal de Lisboa e de membro do Directório do Partido Republicano Português (PRP), de que era presidente quando se deu a revolução do 5 de Outubro.
    Morreu em Lisboa com 80 anos, em 1923.
    Patrícia nº13, Ana nº2 e Sandra nº17

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  4. Afonso Costa

    Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra, advogado e professor. Nasceu em Ceia a 6 de Março de 1871, e é filho de Sebastião Fernandes da Costa.
    Matriculou-se na Universidade no ano lectivo de 1888-1889, e concluiu a sua formatura em 1894. Foi premiado nos 4.º e 5.º anos de Direito, tomou grau de licenciado em 17 de Janeiro de 1895, fez acto de conclusões magnas em 24 e 25 de Maio do mesmo ano, e doutorou-se em 9 de Junho ainda em 1895. O seu primeiro despacho para o magistério foi em Abril de 1896, e em Agosto de 1900 foi nomeado catedrático. O Dr. Afonso Costa, nome por que é mais vulgarmente conhecido, era considerado como um dos académicos mais notáveis do seu curso, e, quando nomeado lente, era o mais novo de todo o corpo catedrático. No exercício da advocacia revelou-se sempre como um dos mais brilhantes ornamentos do foro português moderno.
    Também se tem distinguido pelas suas ideias políticas avançadas; em 1897, no Porto, foi um dos homens que saíram a campo a protestar contra o plano do governo progressista da alienação das linhas-férreas do Estado. Afonso Costa um dos oradores mais fluentes, apresentando-se pela primeira vez publicamente ao povo do Porto; e foram tão convincentes as suas palavras, que desde logo ficou considerado um dos mais valiosos vultos do partido republicano.
    O Dr. Afonso Costa tem vastos trabalhos encetados na regência das três cadeiras da faculdade de Direito, e alguns deles já concluídos, como o Direito civil, 1896; Economia Política, 1896 1898; Organisação judiciaria, 1897 1901; dissertação para licenciado: Do serviço de peritos no processo criminal: legislação portugueza, critica e reforma; e a dissertação para tese, conclusões magnas, A Egreja e a questão social.

    Carlos Carvalho nº5, Daniela Claro nº6 e Marisa Lopes nº10

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  5. Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu na cidade de Horta em 8 de Junho de 1884 foi o primeiro presidente da República Portuguesa, tendo sido sucedido por Teófilo Braga. Foi também escritor, poeta e um grande orador.
    Estudou direito na Universidade de Coimbra de 1860 a 1865 era membro do Partido Republicano e era considerado um orador notável, muitos dos seus discursos deram um impulso não negligenciável à causa republicana.
    A 17 de Outubro de 1905, foi nomeado reitor da Universidade de Coimbra.
    Foi deputado constituinte em 1911 e eleito Presidente da República - o primeiro chefe do Estado do novo regime. Tentou reunificar o partido que, entretanto, se desmembrava em diferentes facções: esforço sem resultados.
    Após o "golpe das espadas", em 1915, Arriaga convidou o general Pimenta de Castro a formar governo, uma decisão que deu origem ao descontentamento e a uma revolta com centenas de mortos que consegue derrubar o general formando uma junta militar que repõe a ordem.
    Arriaga é então substituído pelo professor Teófilo Braga. Manuel De Arriaga morreu em Lisboa a 5 de Março de 1917.
    Ana nº3, Elisabete nº7, Jorge nº8 e Miguel nº12 9ºB

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